sábado, 25 de junho de 2011

reminiscência

Beach In Hawaii




On the beach in Hawaii


I wish you were here with me, walking on the beach in Hawaii
playing on the golden sand, looking at the ocean now I understand
love is like the open sea, and I wish you were here with me on the beach in Hawaii.


Since you've been gone away, I think about you everyday
don't you know I miss you much, and you know I need your touch
I'm on a rocky cliff, oh I wish you were here with me
on the beach in Hawaii


A little pakalolo, and I say mahalo
 ujjayi breathing, to get a real feeling
yogi gonna let you know
that I wish you were here with me
on the beach in Hawaii
 in Hawaii

att ded.o

Quem sou eu?

Quando os nossos olhares direcionados para o mundo e para os outros se voltam pra dentro do nosso eu, do nosso interior, quando passamos a refletir sobre as coisas, as pessoas e sobre a gente, é tão importante e inevitável pensar sobre o que queremos, o que sentimos e o que fazemos, quem fomos, quem nos tornamos e quem queremos ser. Às vezes fazemos tantos planos e seguimos caminhos diferentes das nossas projeções, por motivos momentâneos, por atos impensados ou por imprevisibilidades que surgem no nosso caminho.

É tão difícil dizer quem somos e mais difícil ainda poder afirmar que seremos tal como somos no agora, por que estamos sempre em movimento, somos um projeto inacabado, uma peça ensaiada, um sonho bom despertado bem naquela hora em que estava ficando interessante, mas ao mesmo tempo estamos e estaremos sempre em evolução, planejando, descobrindo, sonhando e realizando e certamente incompletos e divinamente imperfeitos.

Sheila Alexandre.

Saudade

A saudade pode ser qualquer coisa que marque que fique e sirva pra lembrar, até mesmo aquele cheiro que nos remete algo ou alguém, uma paisagem, uma viagem, uma cidade. Uma frase, uma palavra, uma consoante. Uma música qualquer ou uma especifica. Um tempero, um sabor ou um prato especial. Um filme, uma novela, uma cena. O tempo frio, o tempo ensolarado, a chuva, o sol, o mar, a onda. A saudade não deixa resquícios de por que veio e nem para onde vai, mas sua presença é bastante singular, auto-suficiente, notória, ela serve para nos causar nostalgia, alegria, dor, agonia, depende do tipo da saudade sentida. A saudade é auto-explicativa.
Sheila Alexandre.